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Inscrições para programas de iniciação científica em junho |
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31/05/2007
A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da UFRR (PRPPG) lançou editais para os Programas de Seleção de Bolsas de Iniciação Científica. As inscrições estarão abertas no período de 18 a 22 de junho.
Os dois programas passarão a ter calendários de atividades em comum. O objetivo é melhorar a eficiência deles através da integração das pesquisas na mesma política institucional de iniciação científica.
"Pensamos em realizar um evento com a apresentação dos resultados dos projetos dos dois programas, reduzindo assim custos com logística, palestrantes e avaliadores externos convidados", afirma o Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-graduação Professor Frank James.
A Pró-Reitoria também informa outras novidades a partir deste semestre. "Cada orientador, independente da titulação, deve concorrer a apenas uma bolsa, ampliando o número de professores orientadores contemplados. Além disso, o PICI também passa a ter vigência de um ano".
Serão disponibilizadas 45 bolsas no total, sendo que 20 no valor de R$ 260 financiadas pelo Programa de Iniciação Científica Institucional (PICI) da UFRR e 25 financiadas pelo PIBIC/CNPq no valor de R$ 300.
As fichas de inscrição estão disponíveis nos endereços http://www.ufrr.br/prppg/pici/cadastro/ e http://www.ufrr.br/prppg/pibic/cadastro/
Continua....
Continuação.... Inscrições para programas de iniciação científica em junho
O candidato também deve entregar projeto de pesquisa, cópia de credenciamento feito pela PRPPG/UFRR em Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq e cópia do Currículo Lattes do orientador, preenchimento do formulário e da planilha de pontuação de currículo do programa de bolsas, além das cópias do seu CPF, RG, comprovante de matrícula e histórico escolar completo
Para participação nos programas, o aluno deverá estar regularmente matriculado a partir do 2º semestre em curso de graduação da UFRR e não poderá ter mais que três reprovações em seu histórico escolar.
A dedicação às atividades de pesquisa é de 12 horas semanais para o PICI e 20 horas para o PIBIC. O aluno bolsista deve cumprir requisitos durante a vigência da pesquisa: não pode se afastar da UFRR, nem ser reprovado em qualquer disciplina do curso, possuir outra bolsa de qualquer natureza ou exercer estágio remunerado.
Inscrições na PRPPG que fica na sala 437 do Bloco IV no Campus do Paricarana. Mais informações no endereço www.ufrr.br/prppg ou no telefone 3621-3112.
Fonte: www.ufrr.br
REUNIÃO DO CENTRO ACADÊMICO DE CIÊNCIAS SOCIAIS
O CA - Centro Acadêmico de Ciências realizou no dia 07 de maio desse ano reunião com os alunos de Ciências Sociais, na sala 151, a partir das 20 horas.
Esta reunião teve por objetivo aferir com os alunos de Ciências Sociais as atuais demandas do curso para serem levadas, pelo Centro Acadêmico, para a reunião do Colegiado, no dia 11/05/2007.
Nessa Reunião debatemos sobre a indissociabilidade ensino /pesquisa / extensão, onde avaliamos que temos muito que melhorar em ensino e sair da inércia em pesquisa e extensão. Também falamos da dificuldade em leituras que a maioria dos alunos têm. Diante disso encaminhamos que levaríamos para o Colegiado a proposta de uma Disciplina de Férias, onde aprenderíamos a elaborar Projeto Científico e Artigos /Resenhas /Paper, etc.
Avaliamos a pedagogia de ensino de nossos professores, onde foram levantamos nomes para serem levados ao Colegiado, a fim de melhorar a qualidade de nossas aulas.
Falamos também sobre os problemas do laboratório de Ciências Sociais, onde os computadores precisam ser trocados, e o espaço mais humanizado. Foi encaminhado que solicitaríamos ao CCH (Coordenação de Ciências Humanas) o remanejamento dos computadores do Laboratório de lá para o nosso.
REUNIÃO DO COLEGIADO
O Colegiado é formado pelos professores de Ciências Sociais, dos Departamentos de Antropologia, Sociologia, 01 (um) representante da História e aluno que não faça parte do CA. O acadêmico Amazoner Okaba foi escolhido, ainda na gestão anterior, para ser o representante dos alunos.
A gestão Pé no Chão vem participando dessas reuniões, que tem o diferencial de unir os dois Departamentos de uma só vez, por acreditar que este é um espaço, de suma importância, para falar sobre o curso.
No dia 11/05/2007 o Coordenador do Curso, professor Linoberg convocou uma reunião do Colegiado e todos os encaminhamentos, da nossa reunião de alunos, foram levados para mesa de discussões.
RESULTADOS DA REUNIÃO DO COLEGIADO
Semana sobre PPP - Será realizada uma Semana (pode ser menos de uma semana) de Debates sobre o PPP - Projeto Político Pedagógico. Durante esses debates poderemos ver formas de como melhor trabalharmos ensino, pesquisa e extensão, de forma indissociável, durante a graduação, não apenas no final do curso quando elaboramos nossa monografia. Será formada uma Comissão com professores de Antropologia, Sociologia e o CA.
Pedagogia de Ensino de nossos Professores – O Coordenador do Curso, professor Linoberg, anotou os nomes dos professores com pedagogia problemática, que não estavam presentes, para conversa posterior com eles, a fim de rever a metodologia hoje utilizada.
Elaboração de Projetos Científicos e Artigos – Foi encaminhado que há possibilidade de realizarmos uma disciplina de férias que aborde esses temas, mas os professores ressaltaram que, em tese, deveríamos ver isso em Método do Trabalho Científico e Leituras em Ciências Sociais.
Laboratório de Ciências Sociais - O Centro Acadêmico conversou na terça-feira passada com a professora Maria Luisa, Coordenadora do CCH, sobre a possibilidade de remanejamento dos computadores do CCH para nosso laboratório. Ela foi extremamente atenciosa e ligou na mesma hora para a pessoa responsável e teremos nossos computadores trocados!! Quanto aos bolsistas que também solicitamos, a fim de cuidarem do nosso espaço, é mais complicado, devido e imensa necessidade deles (bolsistas) em outros setores da UFRR.
Intercâmbio de Inglês nos Estados Unidos em SETEMBRO – Conforme Convênio firmado entre a UFRR e a Ptzer (Universidade Americana), temos 01 (uma) vaga para que um(a) aluno(a) de Ciências Sociais possa fazer intercâmbio de aproximadamente 04 (quatro) meses para aprender inglês. Já temos garantido uma 01 (uma) bolsa + 01 (uma) passagem para os E.U.A, por conta da Ptzer. Os Coordenadores dos Departamentos de Antropologia e Sociologia buscarão junto a Pró-Reitoria de Graduação, uma passagem para Brasília, a fim de que o(a) aluno (a) selecionado possa ir ao Consulado Americano resolver questões correlatas a sua permanência. Será lançado EDITAL com critérios para a escolha do aluno.
Dificuldades em leituras?Leia o Artigo do Psicólogo Wagner Costa http://sites.br.inter.net/cacspenochao/
Ensino, Pesquisa e Extensão: Será que compreendemos sua indissociabilidade?
Ao ingressarmos no Curso de Ciências Sociais temos claro que ao sairmos dele vamos ter uma bagagem de formação que nos fará exercer nossa função de pesquisadores.
Toda IFES - Instituição Federal de Ensino Superior, segundo critérios estabelecidos pelo MEC – Ministério da Educação e Cultura trabalha com a indissociabilidade do tripé Ensino, Pesquisa e Extensão.
Para melhor entendermos o sentido da indissociabilidade, antes precisamos compreender as partes separadamente.
A Extensão é o contato com os problemas da comunidade, promovendo estudos em busca da sua solução e participando da resolução desses mesmos problemas.
Já a Pesquisa é a aquisição de conhecimentos visando à criatividade que desemboca na elaboração de novos conhecimentos, posteriormente difundidos no meio científico e na comunidade com quem se trabalhou.
O Ensino começa pela aceitação de um tema curricular, tanto pelo professor quanto pelo aluno, mas a flexibilidade curricular, proposta pelo MEC, fala de um currículo que tenha ênfases em diversas áreas.
No curso de Ciências Sociais da UFRR temos quatro tópicos, sendo dois de Antropologia e dois de Sociologia, porém sabemos que os temas são escolhidos pelos professores, então poderíamos nos perguntar se a ênfase propostas pelo MEC é para beneficiar o aluno ou o professor, uma vez que o tópico permite a ele (professor) dar uma disciplina de seu interesse. E a nós, acadêmico, cabe apenas a liberdade de nos inscrever na disciplina, ou aguardar a oferta de um tópico que esteja dentro da ênfase que gostaríamos de dar a nossa graduação.
Observando o caminhar de nosso curso percebemos a tímida presença das prerrogativas Pesquisa e Extensão, limitamo-nos ao ensino ministrado nas sessenta horas das disciplinas ofertadas (sem a flexibilidade acima citada) e muitas vezes com uma prática pedagógica muito aquém da esperada em um Curso Superior de Ciências Sociais.
Alguns projetos de pesquisa são desenvolvidos por nossos Departamentos (Antropologia e Sociologia), porém poucos alunos estão engajados neles.
(continua...)
(Continuação) Ensino, Pesquisa e Extensão: Será que compreendemos sua indissociabilidade?
Na prática escolhem-se os “melhores” alunos, e somando a isso a problemática dos financiamentos deficitários à pesquisa, serão poucos, aproximadamente três por projeto, os beneficiados.
Atualmente nosso curso tem menos de vinte alunos engajados em pesquisa, sendo que segundo dados do DEG somos um total de 171 alunos (dados de antes da entrada dos calouros 2007.1).
Alguns de nossos professores alegam que os alunos não se interessam por pesquisa, mas quantos de nós já fomos convidados a participar desses projetos, ou se quer fomos informados da realização deles?
Outro argumento usado para explicar a não inserção dos alunos em pesquisas é o fato de estes alunos não terem “tempo” para se dedicar a essa tarefa. A maioria de nós trabalha, é pai e mãe de família, enfim é uma pessoa comum.
Qual o perfil esperado para os alunos de Ciências Sociais? Estudantes profissionais, que não sejam pai, mãe, não trabalhem, etc?
Ousamos afirmar que acreditamos nos alunos e alunas que sejam pai e mãe, trabalhem, ou seja, que estejam inseridos nas contradições de nossa sociedade capitalista, sendo trabalhadores explorados, que vêem seus filhos estudarem numa escola de má qualidade, moram num bairro sem infraestrutura mínima, sem acesso a lazer, saúde, enfim sem os direitos fundamentais previsto no Artigo 5 da Constituição.
Acreditamos que o olhar deste aluno e desta aluna pode contribuir com a análise dos dados levantados em uma pesquisa e, em contrapartida, que o fato de estarem inseridos em nesses projetos pode contribuir, de forma substancial, na sua formação acadêmica e conseqüentemente no tipo de profissional que eles serão.
Durante o seminário realizado pela Pró-Reitoria de Graduação nos dias 03 e 04 de maio desse ano, o Professor Doutor Luiz Antônio Mendonça - CCT, um dos palestrantes do Tema “A Importância da Pesquisa na Formação Acadêmica da UFRR” questionava se os melhores alunos eram escolhidos para a pesquisa ou a pesquisa os tornava melhores alunos. E ele afirmava que durante as aulas ministradas no decorrer do semestre os alunos limitavam-se a ler as obras indicadas pelos professores, mas envolvidos em uma pesquisa passavam a ter contato com vários autores a fim de resolver as problemáticas levantadas.
Portanto tornar de fato Ensino, Extensão e Pesquisa acessíveis ao alunato, lembrando que esta é uma orientação do MEC, trará benefícios aos alunos, ao curso de Ciências Sociais e a comunidade.
Andréa Estevam Dias
Centro Acadêmico de Ciências Sociais
Obras Consultadas/ Contribuições:
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Acadêmicos de Ciências Sociais
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Palestra proferida no II Simpósio Multidisciplinar "A Integração Universidade-Comunidade", Mesa Redonda "O Princípio da Indissociabilidade Ensino-Pesquisa-Extensão", realizada em 9 de outubro de 1996, USJT.
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Seminário de Graduação da UFRR. O que temos e o que queremos no ensino, pesquisa e extenção, realizado nos dias 03 e 04 de maio de 2007.
CONCURSO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS PÉ NO CHÃO
http://www.cacs-ufrr.com
Clique aqui e baixe o EDITAL do 1º Concurso de Artigos Científicos. Os vencedores receberão a seguinte premiação:
1º Lugar-Certificado de 1º lugar e Vale livro no valor de R$ 80,00;
2º Lugar-Certificado de 2º lugar e um livro;
3º Lugar-Certificado de 3º lugar e um livro;
4º Lugar-Certificado de 4º lugar e um livro e mais uma agenda.
Agora é pé no chão e caneta na mão!
Boa Sorte,
Gestão pé no chão

Outro mundo é possível
Raimundo Silva Lourenço *
“Os homens fazem sua própria História”. (Marx).
O presidente George W. Bush assinou a lei que permite a construção de um muro entre os Estados Unidos e o México, para tornar “mais seguras” as fronteiras. Cobrirá 1.132 km, com gastos calculados, entre 6 e 8 bilhões de dólares.
Será que é esse o mundo que queremos? O mundo em que as pessoas estão cada vez mais sendo obrigadas a procurar alternativas de defesa? Um mundo em que é preciso a construção de muros para separar povos?
Podemos ver isso na nossa sociedade, em que se torna freqüente a construção de grandes muros, com cercas elétricas...Essa é a lógica destrutiva do capital. Cada vez mais estamos andando nessa direção, buscando o “desenvolvimento”, avançando para a “modernidade”, enquanto a humanidade caminha para a destruição. A “ideologia do crescimento” vem favorecer a expansão do capitalismo, com a falácia do desenvolvimento para acabar com os problemas sociais. Os avanços tecnológicos não serão capazes de mudar a realidade das desigualdades sociais, pois a tendência é o favorecimento da estrutura irracional do capital. O que se produz, não é visando às necessidades humanas, mas ao consumismo industrial-militar. É o que se pode chamar de “crescimento cancerígeno”.
O fórum social mundial levantou um princípio importante, o de que “um outro mundo é possível”. Mas para o escritor húngaro István Mészáros, devido aos perigos que se apresentam à humanidade, a frase deve ser completada. Portanto: “Outro mundo é possível e necessário”. Necessário para a própria segurança da humanidade.
No passado, a luta era contra a burguesia, a expansão do capitalismo e as desigualdades. Hoje, a luta é pela sobrevivência. Esse país que pretende construir muros para se defender do “terceiro mundo marginalizado”, é o mesmo que não assina acordos internacionais para diminuir a disseminação da poluição, sendo o que mais polui. Pensa ser o senhor feudal, dentro do seu castelo, dono de tudo, e o “resto” é a vassalagem.
Por tudo o que foi observado, devemos repensar a História que estamos construindo. Devemos então voltar à pergunta: que mundo queremos. O mundo do “crescimento cancerígeno”, em que as pessoas estão se escondendo atrás de muros, ou devemos buscar uma alternativa de mudança?
Os atores sociais devem buscar essa alternativa , através de uma ideologia de emancipação, para a compreensão de que “outro mundo é possível”, não só possível, mas necessário.
* Acadêmico de Ciências Sociais – UFRR. E-mail: rs_lourenco@yahoo.com.br
A fé na descrença
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Denison Rafael Pereira da Silva *
Não vemos as coisas como elas são, mas como nós somos. (Anais Nin) \"A única coisa errada com a imortalidade, é que ela nunca acaba.\" (Herb Caene)
Será que o mundo é assim como aparenta ser, natural e “dominador”? Será que a natureza é simplesmente natureza e o homem é tudo? Ele é em si o todo poderoso e detentor de todo o conhecimento.
Quanto no mundo há de conhecimento? E o que de fato é conhecimento? Será se ele é refutável? E se for, o que podemos fazer? O homem acredita em si e em tudo aquilo que produz.
Sabe-se e senti-se que o mundo e o homem são apenas à parte de um todo. Um objeto de manipulação a ser manipulado. Mas mesmo assim o homem tem fé em sua descrença.
O homem ainda hoje, após inúmeras “provas” empíricas não acredita que há algo supra ou infra-humano como Deus, deuses, anjos, demônios, entre outros. Mas apesar de tudo, passa o tempo todo tentando elaborar teorias e mais teorias com explicações infinitas que descartam a possibilidade da existência “desses seres”.
Segundo Lázaro Chaves, ”o fanatismo da descrença” ou a fé na descrença [como eu mesmo ponho ironicamente] é um dogma básico de “nada é digno de crença, de fé, não existe transcendência”. Essa descrença generalizada incrivelmente encanta os meios intelectuais e acadêmicos, todo por conta da ciência.
Ela [a ciência] com toda sua sistematicidade prega que tudo tem que ser testado, verificado e comprovado através de complexos meios científicos e metódicos. É dessa forma que se exclui a possibilidade da existência como, por exemplo, de Deus, o Deus dos cristãos. Aquele que é onipresente, onisciente e onipotente.
A “real” explicação sobre a presença “abstrata” de Deus que se dá no campo concreto é inaceitável e inexplicável para a ciência. No entanto, ela muitas vezes para problemas abstratos encontra respostas abstratas.
Como é que isso pode acontecer? Será que a função dela é “descrer e alienar?” Eu prefiro “acreditar” que não!
Mais apesar de tudo, não é da ciência a total culpa de todos os “males” [se é que há algum mal em não crer em “nada”, apesar de eu acreditar que há sim!]. Uma das explicações mais “sensata” que ela encontra é que os credos existentes caracterizam a junção de sentimentos, emoções e percepção de mundo.
É essa falta de tolerância e “respeito” pelo próximo e esse combate ferrenho contra a crença dessa fé na descrença que criam situações constrangedoras e inaceitáveis.
Talvez seja melhor acreditar que exista algo supra ou infra-humano [no qual a ciência não consegue realmente afirmar com toda certeza que não exista, mesmo porque nada é certo, ou seja, qualquer “coisa” pode ser refutável] do que não crer em nada e ser um fanático descrente, causador de uma destruição generalizada.
* Acadêmico de Ciências Sociais da Universidade Federal de Roraima (UFRR). E-mail: deno_rafa@hotmail.com |
BEM VINDOS E BEM VINDAS AO BLOG PÉ NO CHÃO!!!
"SONHAR MAIS UM SONHO IMPOSSÍVEL
LUTAR QUANDO É FÁCIL CEDER
VENCER O INIMIGO INVENCÍVEL
NEGAR QUANDO A REGRA É VENDER..." (Sonho impossível-Chico Buarque)
É com muita alegria que o Centro Acadêmico de Ciências Sociais, Pé no Chão, inaugura nossa comunicação através da internete.
Na sociedade capitalista poucos tem acesso a informação de qualidade e o direito à comunicação é dos donos do capital.
Mas a gente driblou o sistema, com uma ferramenta dele, e SOLTA A VOZ na internete.
Além do grupo de discussão, agora temos nosso BLOG e um SITE. Que legal!
E é bem fácil de trabalhar com estas ferramentas.
Aqui do lado direito tem um campo chamado OUTROS SITES, onde ficam links que darão acesso, direto, tanto ao grupo de debates quanto ao site.
É só clicar e pronto!
Aguardamos seus comentários.
No sonho, na luta e na ternura,
CACS Pé no Chão.